O terror se abateu novamente sobre os Estados Unidos. Após tiroteio ocorrido no último sábado (03/08/2019) em um shopping, na cidade de El Passo, no Texas, que deixou 20 mortos e 26 feridos, outro ataque em massa foi registrado no centro de Dayton, no estado americano de Ohio. A polícia local confirmou ao menos 10 mortos — incluindo o atirador — e 16 feridos.

É o segundo episódio no país em menos de 24 horas. Segundo a imprensa local, o ataque em Dayton ocorreu pouco depois da 1h (2h em Brasília) deste domingo (04/08/2019), perto de um bar na East Fifht Street, na região central da cidade. Um homem abriu fogo fazendo vítimas. A polícia confirmou no Twitter que estava nas proximidades e conseguiu agir rapidamente para conter e matar o suspeito.

Reprodução/CNN


No começo da manhã deste domingo, as autoridades ainda não sabiam a identidade do autor, nem mesmo a motivação da chacina. O FBI atua no caso. Segundo o The New York Times, 16 pessoas foram levadas para o hospital Miami Valley, mas não foi dada nenhuma informação sobre o estado de saúde e a situação das vítimas.

De acordo com a Rede CNN, a polícia acredita que o suspeito tenha agido sozinho e diz não haver ameaça para os residentes da cidade americana. Moradores locais registraram o momento do ataque.

Com uma população de cerca de 140 mil habitantes, Dayton fica no oeste de Ohio. O crime ocorreu em Oregon, distrito descrito como uma parte segura do centro, onde estão instaladas opções de entretenimento, incluindo bares, restaurantes e teatros.

O presidente Donald Trump comentou, na manhã deste domingo, o novo episódio, que elevou para 29 o número de mortes em ataques em massa nos Estados Unidos somente neste fim de semana. Segundo o mandatário dos EUA, o FBI e as polícias local e estadual estão trabalhando juntos em El Paso e em Dayton. “A aplicação da lei foi muito rápida em ambos os casos”, ressaltou.

Na tarde de sábado (03/08/2019), um tiroteio em uma loja do Walmart, ao lado de um shopping tradicional de El Paso, no Texas, também deixou mortos e feridos. O responsável pelo ataque é um rapaz de 21 anos, que foi preso.

REPRODUÇÃO/CNN

A possibilidade de o ataque ter sido motivado por ódio é analisada pelas autoridades da área de segurança. “Temos um manifesto deste indivíduo que indica, em certa medida, um possível vínculo com um crime de ódio”, disse Greg Allen, chefe da polícia.

O Papa Francisco condenou na manhã deste domingo (04/08/2019), em pronunciamento na praça São Pedro, no Vaticano, os ataques a “pessoas indefesas” nos Estados Unidos.
Uma mãe de Campo Grande (MS) fez um longo desabafo nas redes após o filho dela, que é autista, ser chamado de “problemático” por uma mulher. Sara Onori recebeu uma mensagem no WhatsApp de uma remetente identificada apenas como Viviane. “Oi, Sara! Eu vi que você está no grupo das meninas. Nós estávamos falando da festa do Ruan. Não quero que você fique mal, mas não vou convidar você por causa do seu filho que é meio problemático. As outras crianças vão ficar incomodadas. Espero que entenda. Desculpa”, dizia o texto.


Mãe de menino autista recebeu mensagem de outra mãe dizendo que não convidaria garoto para festa porque ele é "meio problemático" — Foto: Arquivo pessoal


Segundo Sara, ela não teve como dar alguma resposta na hora porque ficou “sem chão”. “Quando decidi te responder, vi que, infelizmente, me bloqueou em todas as redes sociais, mas eu sei que mesmo assim está cuidando minhas postagens o tempo todo”, escreveu Sara no Facebook. Logo depois, desabafou sobre a situação e também sobre o que Arthur, de 2 anos, já passou. Confira abaixo na íntegra.

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Mãe de Arthur, de 2 anos, diz que filho autista só precisa de paciência
 das pessoas ao redor para se encaixar — Foto: Sara Onori/Arquivo pessoal

“Viviane eu agradeço sua mensagem. Meu filho não gostaria de ir na festinha do Ruan, e eu também ficaria muito incomodada caso ele fosse convidado. Meu filho não é ‘problemático’. Ele é autista e é muito feliz e abençoado. Extremamente protegido pelo seu anjo da guarda, que acaba de mostrar um livramento. É que eu e minha família temos um alicerce principiológico, onde o respeito impera, ensinamos a respeitar o próximo. Queremos que ele, no futuro, possa conviver em uma sociedade mais justa, onde na arena da vida não só apenas os ‘perfeitamente normais’ sejam vencedores.
A deficiência do meu filho não o torna inferior ao seu filho ou demais crianças, mas isso é algo que não posso cobrar de você um entendimento. Nem todas as pessoas são normais, algumas não possuem sequer capacidade para entender. Eu sou mãe de um autista, mas bastante forte para enfrentar esse tipo de situação. Procuro tornar meu fardo mais leve, estar ao lado de pessoas boas e queridas, que praticam o bem e nos fazem o bem. Eu, minha família e meu filho afastamos de pessoas cruéis, medíocres, imbecis e inúteis.

Infelizmente, o ser humano, no decorrer de sua trajetória, vai absorvendo o que há de bom e ruim ao seu redor. E prometo que vou rezar pelo futuro do seu filho. Afinal, a criança é fruto do meio em que vive. A nossa sociedade está mudando, e ela não tolera mais esse tipo de preconceito e discriminação. Temos uma legislação forte sobre o tema e, hoje, há justiça para o meu filho lutar na arena da vida de forma igualitária e justa.

Comentários, brincadeirinhas e simples mensagens, como a que você me enviou, são pautas corriqueiras em convenções internacionais de direitos humanos. E, graças a Deus, nosso país tem avançado bastante na legislação e nas penas conforme o artigo 88 da Lei 13.146/2015. Se cada pai de autista denunciar esse tipo de situação, em breve, teremos uma sociedade melhor, com mais respeito, pois na arena todos podem combater e vencer! Beijos.”

Apesar de citar a legislação, Sara não deixou claro se vai denunciar Viviane. A postagem já tem mais de 2,7 mil curtidas na rede social. Todos os comentários elogiam a atitude da mulher e dão forças para continuar na luta.




Senadores teriam recebidos ameaças e ofensas após posicionamento contra o decreto que flexibiliza as regras para porte de armas no Brasil, votado na última quarta-feira, 12, conforme informou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).


O presidente manifestou indignação por meio da sua conta no Twitter, na última sexta-feira, 14. "É, no mínimo, preocupante que o direito e o dever do exercício da atividade parlamentar, legitimado pelo voto do povo, sejam restringidos por meios covardes e, inclusive, de flagrante injustiça e afronta à segurança dos parlamentares", pontuou o presidente da casa, que garantiu tomar as providências necessárias para proteção e a liberdade de expressão dos legisladores.

Um dos citados é o cearense Eduardo Girão (PODE-CE). Além dele, teriam recebido ameaças os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES) e Veneziano Vital do Rego (PSB-PB), de acordo com a Folha de São Paulo. Todos votaram contra o parecer do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que era favorável ao decreto de flexibilização do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O relatório foi rejeitado por 15 votos a 9, e novo texto contrário ao decreto, elaborado por Vital do Rego, deve ser votado no plenário do Senado na semana que vem.


A assessoria do senador Eduardo Girão detalhou o ocorrido em nota. "A assessoria confirma que durante a semana houve casos de comentários agressivos e ofensivos nas redes sociais. Esperamos que o espírito democrático prevaleça, e que seja reconhecido que o debate e a pluralidade de ideias são saudáveis para a nação", diz o texto.

O Povo on Line 

Com o desempenho tímido da economia após a recessão e o mercado de trabalho ainda custando a se recuperar, aplicativos de serviços – como Uber, 99, iFood e Rappi– se tornaram, em conjunto, o maior ‘empregador’ do País. Quase 4 milhões de trabalhadores autônomos utilizam hoje as plataformas como fonte de renda. Se eles fossem reunidos em uma mesma folha de pagamento, ela seria 35 vezes mais longa do que a dos Correios, maior empresa estatal em número de funcionários, com 109 mil servidores.

Além desses aplicativos representarem as mudanças na oferta de serviços, eles têm acompanhado transformações significativas nas relações de trabalho. Para um autônomo, o ganho gerado com os apps acaba se tornando uma das principais fontes de renda. Esses 3,8 milhões de brasileiros que trabalham com as plataformas representam 17% dos 23,8 milhões de trabalhadores nessa condição, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre até fevereiro.
                          

Há um ano e meio, Yasmin Namen, de 27 anos, consegue se sustentar trabalhando como cuidadora de cachorros, usando aplicativos como DogHero e PetAnjo. Ela, que não chegou a concluir a faculdade de Direito, trabalhava como vendedora em um shopping center, até ficar desempregada. Hoje, chega a cuidar de oito cachorros de uma vez e ganha de R$ 2,1 mil a R$ 3 mil por mês – o suficiente para se manter.

“A parte ruim é que trabalhar por conta própria exige muita organização, ou as contas ficam atrasadas e a sua vida vira um caos. Mas é um trabalho que começou por necessidade de sustento, mas acabou se tornando uma oportunidade de fazer o que gosto. Sempre tem procura, não fico sem hóspedes”, diz.
Amplitude

Dados do Instituto Locomotiva apontam ainda que cerca de 17 milhões de pessoas usam algum aplicativo regularmente para obter renda – essa conta inclui trabalhadores autônomos, profissionais liberais e aqueles que têm outros empregos e usam o que ganham nas plataformas para complementar o salário.

O presidente do instituto, Renato Meirelles, lembra que transporte, venda de produtos e divulgação estão entre as principais atividades de quem usa plataformas para obter renda e que esse é um mercado de grande potencial. “Estima-se que 70% dos adultos das regiões metropolitanas já fizeram pelo menos uma compra por meio de apps”, afirma.

Apesar de ser uma alternativa para os brasileiros que ficaram desempregados, essa nova organização do trabalho também é alvo de contestações na Justiça, que questionam se existe vínculo entre plataformas e profissionais. / COLABOROU CAIO RINALDI


O Fortaleza está de volta a primeira divisão após 13 anos. Na estreia, o Leão terá o Palmeiras pela frente. O Verdão é o atual campeão da Série A e vive boa fase na Copa Libertadores. A partida acontece neste domingo (28), às 19h, no Allianz Parque.

A defesa consistente e um ataque veloz são as principais armas do Tricolor do Pici. O Fortaleza está invicto há 11 jogos e não sabe o que sofrer gols desde o dia 23 de março. Do banco de reservas vem um dos principais responsáveis pelo sucesso: Rogério Ceni.

Em pouco mais de um ano, o treinador já conquistou dois títulos no comando do Leão. Para o confronto com o Palmeiras, Ceni passou a contar com o atleta Kieza, que foi regularizado na última sexta-feira (26).

Leão enfrenta o Palmeiras em São Paulo (FOTO: Leonardo Moreira/FortalezaEC)

Já o time paulita busca responder as críticas da torcida diante do Fortaleza. A eliminação no Campeonato Paulista ainda incomoda o torcedor palmeirense. Mesmo com a boa campanha na Libertadores, o time alviverde sabe da importância de começar o campeonato com o pé direito.

O Palmeiras jogou na última quinta-feira (25), quando atropelou o Melgar do Peru, fora de casa, por 4 a 0.

Uma nova página se inicia em Porangabuçu. A partir deste domingo (28), o Ceará estreia na Série A do Campeonato Brasileiro diante do CSA, às 16h, na Arena Castelão.

O Vovô vem de um primeiro semestre ruim e aposta nas mudanças em busca dos bons resultados na temporada. Após Lisca deixar o comando alvinegro, Enderson Moreira chegou para assumir o time durante a Série A.

Luiz Otávio é um dos destaques do Ceará (FOTO: Israel Simonton / Cearasc.com)

Além do novo treinador, o Ceará conseguiu regularizar as suas últimas contratações. Mateus Gonçalves e Bergson estão à disposição do treinador Enderson Moreira.

Já o CSA vem em clima de festa. O clube alagoano foi campeão estadual no último domingo (21), diante do CRB. O Azulão tem jogadores bastante conhecidos no futebol cearense: Apodi, Cassiano e Madson.


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De acordo com a empresa o(a) profissional será responsável pelo estoque;
Atuar nas tarefas de distribuição de mercadoria, respeitando a sequência de referências e orientações do gerente de loja;
Realizar contagens, inventários e auditoria nos estoques.
São requisitos: Ensino médio completo;
Desejável experiência de 6 meses;
Ser atencioso(a) e proativo(a).
Currículos fora do perfil não serão analisados.
Tipo de vaga: Tempo Integral
Salário: de R$998,00 a R$1.111,11 /mês
Experiência:
  • estoque (Obrigatório)
Escolaridade:
  • Ensino Médio completo (Obrigatório)
Local:
  • Fortaleza, CE (Obrigatório)
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Indústria contrata Analista de Credito
- PREFERÊNCIA QUE RESIDAM PRÓXIMO AOS BAIRROS MESSEJANA/PAUPINA
Requisitos: 
Ensino superior completo ou em andamento em Administração ou áreas afins.
Experiência comprovada na função
Habilidades Técnicas: 
 Definição de rotinas organizacionais e fluxograma do processo de cobrança para empresas de micro, pequeno, médio e grande porte.
 Organização: fluxo de documentos, fluxo de informação, hierarquia organizacional.
 Informática básica.
 Direito do consumidor.
 Indicadores de alcance de meta e resultado.
 Procedimentos de consulta ao sistema de inadimplentes.
 Tipos de cobranças.
 Relacionamento com clientes: comunicação e expressão, administração de conflitos e negociação.
 Relações trabalhistas
 Produtividade/ Analisar ficha cadastral e os documentos de clientes, e (em alguns casos), autorizar o crédito, com base em nivelamentos pré-estabelecidos (autonomia relativa), avaliando a saúde financeira da empresa.
Habilidades Comportamentais: 
  • Ser metódico;
  • Ser responsável;
  • Ter espírito de liderança;
  • Ser comunicativo;
  • Ter bom relacionamento interpessoal;
  • Ser ágil;
  • Ser dinâmico;
  • Saber trabalhar sobre pressão;
  • Saber intermediar situações de conflito;
  • Ter raciocínio rápido;
  • Ser paciente.
Tipo de vaga: Tempo Integral, Efetivo/CLT
Salário: R$1.706,00 /mês
Experiência:
  • ANALISTA DE CREDITO (Obrigatório)
Escolaridade:
  • Ensino Superior cursando ou interrompido (Obrigatório)
Local:
  • Fortaleza, CE (Obrigatório)
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A damyller está buscando pessoas apaixonadas por moda para fazer parte do quadro de vendedores: 

Requisitos: -gostar de moda; -disponibilidade de horário para trabalho em shopping; -bom relacionamento em equipe



Destino que vem ganhando mais destaque no turismo nacional e internacional nos últimos anos, Fortaleza registrou taxa média de ocupação hoteleira de 74% em 2018 e deverá manter a liderança em 2019. O índice foi o maior entre as 11 cidades analisadas no "Panorama da Hotelaria Brasileira: perspectiva de desempenho e nova oferta", feita pela Hotel Invest com apoio do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb).

De acordo com o levantamento, o desempenho está diretamente relacionado à maior visibilidade que a capital cearense passou a ter após a concessão do Aeroporto de Fortaleza à empresa alemã Fraport, que administra o terminal desde julho de 2017, e à chegada do hub aéreo da Air France-KLM/Gol, que começou a operar em maio do ano passado.

Além desses dois fatores, o estudo também aponta o valor médio das diárias em hotéis como importante motivo para atrair os turistas. De janeiro de 2016 para dezembro de 2018, o preço caiu aproximadamente 19%, saindo de R$ 264 para R$ 214, ao passo que a taxa média de ocupação cresceu cinco pontos percentuais em igual período, saindo de 69% para 74%. Para este ano, a expectativa é que o preço fique em R$ 216, alta de apenas 1%. Já a ocupação dos hotéis deve terminar 2019 em 75%, avanço de um ponto percentual.

Mesmo com a tendência de aumento na ocupação, influenciada pelo fortalecimento do turismo de lazer e negócios a partir do próximo semestre, o panorama observa que os hoteleiros não veem espaço para reajustes expressivos nas tarifas neste ano. A forte participação das operadoras de turismo em Fortaleza seria a principal barreira para o incremento das diárias. Conforme o levantamento, isso só será possível nos próximos anos, a partir da modernização do aeroporto e, consequentemente, da maior oferta de voos. "A tendência é de crescimento de demanda, o que estimulará o setor a ser mais agressivo no posicionamento de diária".

No Brasil, a ocupação hoteleira deve crescer dois pontos percentuais, passando de 62% em 2018 para 64% em 2019. Em relação ao valor das diárias, a estimativa é que salte de R$ 242 para R$ 245, aumento de 1,2%. O levantamento ainda informa que, até 2022, 123 hotéis deverão ser inaugurados no Brasil, o que representa um incremento de 18.698 quartos (UHs) e R$ 4 bilhões em investimentos em todos os estados. A maioria é do segmento econômico, desenvolvida com condo-hotel e localizada fora das capitais.

Nesse contexto, o Ceará é o terceiro da região Nordeste com o maior número previsto de UHs. São 455 quartos distribuídos em três hotéis, sendo um deles em Fortaleza, cidade onde a abertura de novos empreendimentos não é uma preocupação para o mercado hoteleiro, segundo o estudo. Com previsão para operar em 2020, o equipamento será do tipo econômico e terá 234 UHs. No ranking nacional, o Estado aparece na 12ª posição. Nas três primeiras colocações estão, respectivamente, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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Morte causou manifestações de outros modelos durante a última noite do SPFW (Foto: Nelson Almeida/AFP)



A morte do modelo Tales Cotta, 26, após sofrer um mal súbito durante desfile do São Paulo Fashion Week neste sábado, 27, causou manifestações ainda durante o evento.

Tales caiu na passarela enquanto desfilava para a marca Ocksa, durante a tarde. E a programação não parou após o caso e a confirmação da morte, que aconteceu no hospital.

Modelos que desfilaram para a grife Ponto Firme carregaram cartazes com as palavras "amor" e "luto". No desfile da Cavalera, que encerrou a semana de moda, o cantor Rico Dalasam se manifestou: "Não era pra ninguém estar aqui. O garoto acabou de morrer e vocês estão aqui como se a vida não valesse nada. Não era pra ninguém estar aqui", protestou Rico.

Em nota divulgada neste domingo, 28, a organização do SPFW disse que todos envolvidos no evento optaram por manter a programação mesmo após a confirmação do óbito. "A organização se reuniu com as marcas, diretores de desfiles, stylists e modelos que tinham desfiles na programação e foi dada a opção de cancelar os mesmos. Mesmo abalados, todos decidiram manter os desfiles. Foi decidido também pelo minuto de silêncio na abertura de cada um", comunicou.

O SPFW ainda informou que Tales foi socorrido na passarela com vida e que ele "foi prontamente atendido pelos socorristas". "Foi levado ao hospital com vida, sem indicação que viria a falecer. O evento foi informado oficialmente pelo hospital do falecimento às 18h50min. O atestado de óbito registra horário da morte às 18h40min", disse.

A organização reformou que está prestando assistência a familiares de Tales. "Lamentamos profundamente a morte de Tales, e mais uma vez prestamos nossas condolências a família".



Com informações da repórter Jully Lourenço, enviada a São Paulo ao Povo On Line 

Os últimos dias trouxeram boas notícias para o cearense em relação ao abastecimento hídrico. Nos últimos sete dias, o Castanhão foi o açude que recebeu maior aporte, com 36,4 milhões de metros cúbicos.

Evolução do nível do Castanhão (Foto: COGERH)




Descontado aquilo que evaporou e o volume de água liberado, o volume do açude aumentou 28 milhões de metros cúbicos. Essa quantidade representa crescimento de 0,82% no volume total. Embora pareça pouco, é significativo diante do tamanho do Castanhão.

Com isso, pela primeira vez neste ano, o nível do maior e mais importante reservatório do Ceará passou de 5% pela primeira vez neste ano. No acumulado do ano, o Castanhão acumula aporte de 127,7 milhões. O atual volume do Castanhão é de 339,3 milhões de metros cúbicos.

Orós

A notícia é boa também no segundo maior açude do Estado, O Orós. O reservatório tem tido crescimento significativo ao longo do mês de abril. Passou de 5,25% no dia 1º deste mês para 8,14% nesta segunda-feira, 15. Nos últimos sete dias, o Orós recebeu aporte de 32,4 milhões de metros cúbicos. Nos últimos sete dias, o aporte do Orós só foi menor que o do Castanhão. Desde o início do ano, o Orós recebeu 63,4 milhões de metros cúbicos. O que significa que, na última semana, o açude recebeu mais da metade da água que entrou desde 1º de janeiro.

Evolução do nível do Orós (Foto: Cogerh)




No acumulado do ano, todavia, o açude com maior aporte no Ceará é o Araras, localizado em Varjota, na Zona Norte do Estado. Desde 1º de janeiro, o reservatório acumulou 265,7 milhões de metros cúbicos. Atualmente, o Araras está com 48% da capacidade.

O Ceará tem hoje 32 açudes sangrando e outros dois estão próximos da capacidade máxima.



Aporte nos açudes cearenses (Foto: Cogerh)




Açudes sangrando:

Acaraú Mirim

Angicos

Barragem do Batalhão

Batente

Caldeirões

Cauhipe,

Cocó

Diamantino II

Gameleira

Gangorra

Gavião

Germinal

Gomes

Itapajé

Itapebussu

Itaúna

Jenipapo

Maranguapinho

Missi

Patos

Poço Verde

Quandú

S. Pedro Timbaúba

Santo Antônio de Russas

São José I

São Vicente

Sobral

Tijuquinha

Trapiá III

Tucunduba

Valério

Várzea da Volta

Açudes mais perto de sangrar:

Premuoca: 98,58%

Colina: 92,3%

Há, porém, 21 açudes no volume morto e seis que estão secos. Com as recentes chuvas, o Potiretama deixou de estar seco.

Açudes no volume morto:

Santo Antônio

Benguê

Rivaldo de Carvalho

Pirabibu

Barra Velha

Mons. Tabosa, Sousa

Vieirão

Broco

Castro

Trapiá II

Parambu

São José II

Potiretama

Quincoé, Carão, Realejo,

Capitão Mor, Joaquim Távora, Várzea do Boi e

Pompeu Sobrinho

Açudes secos:

Faé

Madeiro

Serafim Dias

Adauto Bezerra

Salão

Favelas

Na média, os 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) acumulam 18,4% da capacidade máxima.
Canoa Quebrada, 15 de abril de 1839. Nascia Francisco José do Nascimento. Sobreviveu aos primeiros dias por milagre, contam os registros da época. Desenganado, uma espinha de peixe atravessando a garganta do recém-nascido quase o matou.
O pai, Manuel do Nascimento, era pescador e morreu cedo ao buscar riqueza em um seringal do Amazonas. O avô também era jangadeiro e, um dia, do alto mar não retornou. A mãe, Matilde Maria da Conceição, precisou se desdobrar, mas o trabalho de rendeira não lhe rendia muito. Não demorou para que entregasse o filho de oito anos para uma família com melhores condições financeiras.
Dragão era relatado como um homem sempre bem vestido, com barba e cabelo impecáveis
Dragão era relatado como um homem sempre bem vestido, com barba e cabelo impecáveis(Foto: Divulgação)

O pequeno Chico da Matilde, como ficou conhecido, precisou ainda na infância laborar. Virou menino de recado no veleiro Tubarão, que transportava mercadorias para o Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A relação com o mar começou aí. E dele não se desprendeu mais. Aos 20, quando aprendeu a ler, recusou trabalho nas obras do porto de Fortaleza para voltar ao mar em um trajeto entre Ceará e Maranhão.
Muito da infância foi descoberto em um diário do próprio Dragão do Mar, estudado pelo jornalista e único biógrafo Edgar Morel. Em um dos trechos, Chico escreveu que a "mãe era alta, forte, muito morena". Explicou também que foi a partir dela que ficou chamado de Chico da Matilde - costume comum no Interior o de relacionar o nome do filho ao de um dos pais.
Chico parecia estar destinado à resistência. Algumas décadas depois se tornaria liderança do movimento que impediu o tráfico de escravizados do Ceará para as regiões Sul e Sudeste do País. A venda era conhecida como comércio de carne humana, na expressão mais fática. Da valentia de impedir a saída pelas águas que cercavam o porto veio a alcunha de Dragão do Mar, atribuído pelo romancista maranhense Aluísio de Azevedo.
Não à toa o aniversário do Dragão do Mar acabou sendo a data escolhida para celebrar também a fundação de Canoa Quebrada. Ironicamente, a rua que ganhou o nome do herói jangadeiro acabou ficando como conhecida como Broadway pela vida noturna tão característica e interferência do turismo.
"Do Ceará não sai mais carne humana"
A noção de escravidão foi mudando ao longo dos anos que seguiram o nascimento de Chico da Matilde. Um dos primeiros passos para a mudança de contexto veio em 1850, quando a Lei Eusébio de Queiroz mudou a legislação escravista no Brasil. A partir daquele ano estava proibido o tráfico negreiro da África para o País. Apesar do que pode ser considerada tendência para o fim da escravidão, o que se formou foi uma mudança de rotas no tráfico. Configurou-se comércio entre províncias em crise. Do Ceará, homens e mulheres eram levados para províncias cafeeiras do Sudeste.
Jornal registra libertação total dos escravizados no Estado
                            Jornal registra libertação total dos escravizados no Estado (Foto: Reprodução)

Nesse contexto, começam a surgir jornais e associações libertadoras ao redor do Império. No Ceará, não foi diferente. O jornal Libertador, produzido pela Sociedade Cearense Libertadora teve papel fundamental na difusão das notícias sobre alforria. Muitas delas tratando com muita cerimônia e atribuindo benevolência aos então escravistas.
Chefe do Departamento de História da Universidade Federal do Ceará (UFC) e ex-vice-governador do Estado do Ceará, Francisco José Pinheiro destaca que é nesse contexto que surge a figura de Chico da Matilde. "O Dragão do Mar era um líder para os jangadeiros, organizava o processo de transporte. Chega um momento em que ele reúne esses homens e diz: "Do Ceará não sai mais carne humana'", destaca o professor. "Era uma liderança importante. Um mulato descendente de escravizados que sentia na pele as problemáticas".
A liderança não era meramente política. Nascimento exercia cargo de prático, tornando-se prático-mor da barra do Porto de Fortaleza anos depois. É ele o profissional que lida diretamente com as tripulações das embarcações nas zonas de praticagem, nas regiões onde é feito embarque e desembarque. Na época, os navios não atracavam na terra. A Ponte dos Ingleses avançava no mar, mas não alcançava as embarcações. Por isso o transporte de pessoas e mercadorias era realizado por jangadas.
É de Chico da Matilde o papel de fortalecer o movimento abolicionista e abrir uma brecha significativa na aliança da classe dominante brasileira pró-escravidão. O professor Pinheiro explica que essa classe dominante "traçou um mecanismo de tentar adiar ao máximo a abolição" a partir da Lei do Ventre Livre, em 1871. O texto tornava livre todos os filhos de mulheres escravizadas daquele ano em diante.
Com a Lei, as crianças poderiam ficar com o "proprietário" até completar a maioridade ou serem adotadas. Na prática, essas crianças continuavam escravizadas. Em 1885, a Lei do Sexagenários liberta escravizados com mais de 60 anos de idade. Centenas de idosos vão para a rua, muitos com alguma deficiência física.
Impedir a saída de escravizados foi o suficiente para tornar Dragão do Mar um ícone do movimento. "É um protagonista, e era uma pessoa do povo. O Dragão, junto com outras lideranças, consegue convencer os jangadeiros a não embarcar naquele dia", continua o historiador. "Naquele momento histórico, foi ele quem soube fazer o movimento porque ele era um articulador. O homem certo no lugar certo. Por isso se tornou uma figura proeminente".
Francisco Pinheiro, chefe do Departamento de História da UFC
Francisco Pinheiro, chefe do Departamento de História da UFC (Foto: FABIO LIMA)

Para a historiadora Patrícia Xavier, autora do livro "Dragão do Mar: A Construção do Herói Jangadeiro" (2011), a desenvoltura de Chico da Matilde nas rodas intelectuais influenciou no estabelecimento da figura na historiografia. "O movimento abolicionista no Ceará era formado, principalmente, por uma elite intelectual, profissionais autônomos, empresários. Esse movimento organizou diversas ações em prol da abolição no Ceará", conta a historiadora. Dentre as ações, compra de alforrias, transbordo de escravos de Fortaleza para o Interior e uma espécie de serviço de proteção aos fugidos.
Xavier explica que, mesmo que Dragão tenha a liderança da greve atribuída a ele, o episódio do trancamento do porto foi planejado pelo movimento abolicionista. Ela destaca que o primeiro trancamento do porto não contou com a presença de Chico da Matilde, que somente mais tarde se juntou ao movimento.
O prático era proprietário de duas jangadas. Os relatos apontam que eram arrendadas pelos pescadores. O fato, no entanto, é pouco explorado. A pesquisadora não encontrou evidências de que o diário que teria sido escrito por Francisco do Nascimento e servido de referência para a biografia de Morel realmente existiu.
"Com a adesão ao movimento abolicionista, ele passa a frequentar os clubes, salões e diferentes espaços ocupados pela elite, se saindo muito bem em todas as circunstâncias", relata a autora. "Essa penetração no círculo intelectual, sem dúvidas, favoreceu a construção da memória de herói do prático-mor". Dragão, relatado como um homem "sempre bem vestido, com barba e cabelo impecáveis", chegou inclusive a abrigar escravos fugidos na sua casa.
Além do Dragão
Chico da Matilde não era portanto o único grande líder do movimento abolicionista. Um jangadeiro importante no processo foi José Napoleão que, embora já fosse uma liderança conhecida, recusou a responsabilidade de organizar a greve e indicou o próprio Dragão do Mar.
"Ele preferiu indicar o Chico da Matilde para organizar o movimento porque ele tinha instrução. Era um homem que se vestia razoavelmente bem, barba bem feita, sabia noções de francês e alemão. Era um sujeito muito peculiar", descreve o historiador Airton de Farias, que acaba de lançar o livro “Pavilhão Sete: presos políticos da ditadura civil-militar" (Expressão Gráfica, 2019).
Para o pró-reitor de Graduação da Unilab, Edson Holanda, já ter nascido liberto foi fator central nesse processo: "Ele desde cedo trabalhou nas embarcações, o que fez com que ele tivesse acesso básico a outras línguas, e era participante ativo das reuniões. Era um perfil mais aproximado dos abolicionistas".
Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em História pela UFC, Airton explica que, para o movimento abolicionista, era interessante ter um negro na campanha já que a crítica dos escravocratas é que o movimento era formado pela elite. "A presença do Dragão desconstrói o argumento da campanha de classe média, de intelectuais e brancos. Era importante a presença do homem negro, mesmo que não ele não seja escravo ou de condição social menor", elabora Airton. "Estava entre os dois mundos: trabalhadores, negros e mestiços; e tinha um pé nas relações dos meios intelectuais e políticos que compactuou".
A comissão da Sociedade Abolicionista Cearense que foi ao Rio de Janeiro, capital do Império, era formada por José Avelino, Moura Brasil e Álvaro de Oliveira, todos recebendo medalhas e honrarias, como conta Luciana Cavalcante no livro "Dragão do Mar" (Edições Demócrito Rocha, 2002). Embora a comissão tenha sido recebida pela imperador, era Chico quem, nas ruas, recebia as homenagens.
Dragão do Mar foi capa da revista Ilustrada com chegada na capital do Império
Dragão do Mar foi capa da revista Ilustrada com chegada na capital do Império (Foto: Reprodução)

O ano era 1884. A revista Ilustrada, o Jornal do Commercio e a Gazeta de Notícias registraram a chegada do herói. A história conta que as celebrações entravam pela madrugada, com direito a fanfarras pelas ruas do Rio. Teria sido atendendo ao clamor de populares que Dragão do Mar recebeu medalha de ouro pela Sociedade Abolicionista. Só depois, como conta Raimundo Girão, foi recebido pelo imperador, com quem teria conversado por cerca de 20 minutos sobre abolição.
Para além de entidades que reuniram nomes como João Cordeiro e Antônio Bezerra, o Ceará também teve um grupo de mulheres abolicionistas. Fundada no dia 25 de dezembro de 1882, a sociedade Cearenses Libertadoras (grupo dirigido por Maria Tomásia Figueira Lima) tinha como um dos principais elementos a esposa de Francisco José do Nascimento, personagem que pouco se sabe. "É uma mulher negra que participa desses eventos todos. Ela não só apoiou o marido, vai para as manifestações, é do movimento. Ainda mais em um época em que mulheres se envolviam pouco politicamente", pontua Airton de Farias.
A rota dos escravizados
Não é possível traçar uma rota para homens e mulheres escravizados porque Fortaleza não tinha lugares próprios para a acomodação. Comerciantes alojavam seus escravizados em sobrados, no térreo - serviam de moradia na parte superior e comércio na parte inferior do imóvel. Muitos escravos faziam percurso do Interior do Estado para Fortaleza. De acordo com Francisco José Pinheiro, havia em Fortaleza agentes compradores ou intermediários, que recebia o escravizado e pagava ao proprietário quando o negócio era garantido.
Não havia, no entanto, um espaço onde a negociação acontecia. "Era uma relação muito privada entre os comerciantes. Na Bahia, havia um local de chegada dos escravos, na Praia Vermelha. Eles chegavam do continente africano, ficavam alguns dias para se recuperar da viagem em um local que existe até hoje. Depois, ficavam expostos como peças para serem comprados pelos escravistas", conta o historiador. "Aqui, grandes comerciantes faziam aquisição desses escravos e depois vendiam. Havia também algumas rotas terrestres, mas não eram tão comuns. Índios que faziam serviço de correios a pé de Pernambuco e da Paraíba".
O papel na história
Dragão do Mar foi provavelmente o cearense com papel mais importante na história do Brasil. Castello Branco teve mais poder. Antônio Vicente Mendes Maciel, o Conselheiro, saiu de Quixeramobim para fazer história na Bahia. José de Alencar inventou uma literatura nacional, a partir do Rio de Janeiro. Porém, a relevância da greve dos jangadeiros, a importância simbólica na campanha abolicionista tornam o legado do Chico da Matilde mais duradouro e transformador para a vida do povo, ainda que incompleto.
Fonte: O Povo on line 



O perfil oficial do presidente Jair Bolsonaro compartilhou, nesta quarta-feira, 13, a postagem no Twitter do filho Carlos Bolsonaro que acusa o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, de ter mentido sobre conversar com o presidente.

Carlos Bolsonaro disse que secretário-geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, mentiu sobre contatos com o presidente Foto: Reprodução Instagram/Carlos Bolsonaro e Dida Sampaio/Estadão

Bebianno afirmou em entrevista ao jornal O Globo nesta quarta de que não era um motivo de instabilidade do governo. O motivo seria reportagem da Folha de S. Pauloque identificou suposta candidata laranja do PSL nas eleições de 2018. Na época, Bebianno presidia o partido e teria sido o responsável pelo segundo maior repasse nacional do PSL à candidata, poucos dias antes da eleição para o Congresso.

A confirmação, segundo Bebianno, de que não havia conflitos entre ele e Bolsonaro, seria as três conversas que teria tido com o presidente.


Em resposta, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, afirmou em sua conta do Twitter de que havia passado 24 horas ao lado de seu pai, sem ter relatado conversas com Bebianno. "É uma mentira absoluta", escreveu o vereador. Além disso, Carlos também compartilhou um áudio datado do dia 12, que aparenta ser de Jair Bolsonaro, onde o presidente diz que não vai conversar de nenhum assunto que não seja "estritamente essencial", por causa de sua recuperação da cirurgia. Ele recebeu alta do hospital Albert Einstein nesta quarta.


Jair Bolsonaro ainda não se posicionou publicamente a respeito da intriga, somente compartilhando as postagens do filho a respeito do assunto. A deputada federal Joice Hasselmann afirmou ser "coisa de louco" a intromissão de um dos filhos do presidente em assuntos do Planalto. O também filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro, assim como o vice-presidente Hamilton Mourão, não quiseram se manifestar sobre o assunto.


Fonte: O Estadão